Contos
Personagem: D.
D. sempre foi amiga da minha família, ela contava com 20 anos na época enquanto eu tinha 15. Ela, uma morena pronta para o coito, estatura média, busto espetacularmente durinho, quadril largo e cintura de violão. Ficava gostosa de Jeans e blusinha e uma diva de bikini com seu abdômen trincado.
Certa vez ela veio passar uma temporada em casa, cerca de uns 45 dias para dar uma ajuda na cozinha. E era muito divertido, pois eu tinha uma amiga dentro de casa para jogos, começamos com baralho, damas e jogos de tabuleiro. Ela trouxe com ela receitas caseiras, tudo era maravilhoso.
A casa não era muito grande e tivemos que dividir o quarto, ela, eu e meu irmão. Era divertido poder conversar até altas horas e quando amanhecia ela estava lá pra curtir mais um dia, novamente.Andava com ela no bairro e logo fiquei popular, pois todos queriam conhecer D. eu mesmo ia conhecendo dia após dia os dotes dela. Estava muito entusiasmado com sua presença e ia para escola pensando em D. e voltava ansioso para revê-la.
Depois de uns dias mudamos nossos jogos para dança. Era um prazer dançar com ela tentávamos samba, valsa, mas forró era a principal dança. Fazíamos os passos que iniciante faz, mas tudo bem! O que eu curtia mesmo, era esse contato com ela. Corpo com corpo.
D. estava afim de um amigo meu. Vários colegas afim de D. Acabou ficando com esse amigo umas 3 vezes, confesso que o ciúmes já aumentara, fiquei fora de mim. Na minha mente estava perdendo minha professora de dança e melhor amiga. Decidi apimentar as coisas. Nosso novo jogo preferido tornara-se fazer massagem um no outro, ela era super leve, tinha cerca de 50 kg com 1,60 m de altura. E então andava descalça sobre minhas costas, estralando minha coluna e com seu gostoso toque massageando meu dorso. Era meu o prazer de receber esses contatos e comecei a me masturbar constantemente pensando em D. durante o banho ou mesmo ia ao banheiro só para isto. Eu adorava massagear D. começava pelo pescoço e depois descia para as costas sobre a roupa mesmo e terminava nos pés. Era ereção na certa e depois eu me virada sozinho estimulando meu pênis com as mãos e gozava bastante. Voltava com cara de tonto e satisfeito.
Com o passar dos dias as massagens iam se aperfeiçoando e a alça do sutiã, a grossa calça jeans e o tecido da blusa já estavam dificultando o desempenho do meu serviço. Ela sem me mostrar os seios ficava de calcinha e de bruços para receber a desejada massagem. E assim era melhor para ambos, esse contato de pele com pele diminuía o atrito e facilitava o ato. Continuava com a massagem completa que seguia até para os pés, demorando-se muito na bunda. E sempre finalizava deixando uma poça branca no chão de algum cômodo trancado, minha masturbação estava cada vez mais gostosa, pois trazia o cheiro dela nas mãos. Também comecei a furtar calcinhas e sutiãs para cheirar durante o ato solitário. Certa noite, no escuro do quarto ela liberou os seios pra eu beijar e chupar no escuro. Não consegui ver as biquetas, mas puder sentir a dureza e macies que só os mamilos podem apresentar e com a minha boca, aproveitada. Comecei a trazer a mão dela para segurar meu pau e finalizar a masturbação para mim sobre seu tórax.
Completara 30 dias da estádia de D. conosco e era sensacional como nosso lance fazia bem para o corpo e para o ego. Certo dia investi um beijo na boca dela apertando fortemente aquela raba gostosa. E deixando o pau de fora esquentando a barriga dela. Desabotoei o sutiã e aqueles seios estavam quentinhos na minha frente, beijei o peito entre os seios e fui indo para a região dos mamilos. Que delicia ver aquele tórax nu, cheirosa e macia, a visão de um paraíso.
Ela ficava cada vez mais a vontade de ficar apenas de calcinha na minha presença. E nos esfregávamos pra valer, beijando a boca, meu peito nos seios dela e meu pênis estimulando a vagina dela. Depois dos jogos, sempre sem penetração, ela fazia uns lanches, pipoca doce ou qualquer coisa pro café da tarde. Sempre recebendo um beijo e mordidas na bunda mesmo na cozinha, era necessário reabastecer as energias e aproveitar o máximo possível com D. pois logo ela iria voltar para sua casa. Nunca rolou penetração, mas mesmo assim me considero um adolescente de muita sorte pelos dias juntos com ela.
Personagens: T. e A.P.
Dia no parquinho...
Dentro de um condomínio contém uma área de lazer. Avistei duas meninas, claramente eram adolescentes, morenas e de estatura média. A Primeira sentada no balanço era bem magrinha, mas com os dotes bem desenvolvidos eu diria ornamentais com os cabelos bem pretinhos e muitos cachos. A Segunda com a roupa colada estava em pé olhando para a piscina talvez desejando entrar. Ela apresentava uma musculatura de atleta com os cabelos lisos e o rosto redondo tinha o biótipo de uma mulher pronta. Desenvolvi assunto com a Primeira que se chamava T., acabei descobrindo que as meninas eram irmãs. T. tinha 15 e A.P. apenas 13. Eu contava com 18 anos incompletos na época.
Meus 18 anos completos finalmente chegou. Depois de passado 1 mês do dia no parque, estivera eu conversando sobre as meninas com meus colegas contemporâneos e descobri que T. tinha um ficante. Fiquei enciumado como de costume, pois eu mesmo quase nunca ficava com ninguém. Além do mais achei a A.P. mais atraente por parecer mulher pronta, todavia quando soube da idade dela já descartei a hipótese, pois a diferença era muita dada as circunstâncias.
Era noite fui visitar meu ex condomínio onde morei por 17 anos para receber as felicitações de aniversário e encontrei T. desesperada, pois estivera cortando o cabelo e o resultado foi que ficou mais curto do que ela esperava, acabou exagerando também na franja que ficou bem curta. Estava aos prantos consolei-la dizendo que logo seu cabelo estaria grande de novo. Ela mais tranquila me desejava os parabéns com um abraço carinhoso que ficou colado no meu peito por um bom tempo. Ficamos conectados, era incrível estar perto dela queria mais abraços. Ali rolou um Bum no Tempo e esse dia ficou gravado na memória com muita clareza.
Chegou o ano novo, já estávamos em 2007 e no próximo 19 de novembro eu completaria 19 anos. Como o tempo voa para quem faz aniversário no fim do ano. Estava matriculo no 1o semestre do curso de engenharia civil, era virgem e nunca havia namorado sério, apenas tive uns lances com 2 ou 3 moças. E muita masturbação, isso sim, já executara até ali diversas homenagens para todas pessoas que eu tive qualquer contato. Meninas do colégio, do prédio, da televisão. Flagradas na rua, no shopping, na praia, na piscina ou em qualquer outro lugar. E por mulheres da internet é claro, baixava vídeos com internet discada para tal feito. Nunca fui um cara pegador, mas sim apreciador de mulher. Qualquer nude me virava a cabeça: braços, pernas, pés, nuca, axila, cangote, decote, marcas do bronzeamento, curvas e retas, perfume e tudo me fascinava.
Era véspera do início das aulas na faculdade. Exatamente um domingo dia 04 de fevereiro, fui para a área de lazer do prédio e encontrei duas amigas e falávamos sobre T. que era uma moça bonita e inteligente e contei para minhas amigas que eu tinha uma queda por T. Minhas amigas incentivaram-me a tentar dar um passo a mais, as duas eram praticamente cúpidas do amor, mas eu respondi que ela já tinha um ficante. As meninas disseram que não havia nada com o que eu devesse me preocupar, se T. tinha mais opções e me escolhesse como preferência era o que bastava. Ouvi aquilo e planejei dar um pulo lá no apartamento de T. para dar boa noite. Deixei o desejo me levar.
Na última vez que tinha estado com T. ela estava na casa de um amigo em comum, vizinho dela, de pijama e meias. Observação: que visão maravilhosa é uma pessoa de pijama: sensual sem ser vulgar, aconchegante e com cheiro de sonho bom. Estava lá nos três conversando, batendo um papo pelas 20h em uma distração de meu colega tive a oportunidade e não deixei escapar, eu fui direto com a mão no pé com meia de T. segurei e trouxe perto da minha boca olhando para ela e mordi a cabeça do dedão dela com tesão. Ela não acreditou e eu fui ao ápice das emoções com aquela loucura. Coração disparado.
Voltando para a conversa com as duas amigas cheguei à conclusão de deixar a vida me levar. E que iria ir ver T. a caminho da casa dela estava nervoso e atônito para com o reencontro daquela noite, o que será que T. acha de mim? Verifiquei se ela estava sozinha chamei da janela e depois fui até a porta, tudo certo então entrei. Era um apartamento bem vazio na sala continha um sofá e uma tv moderna sobre uma mesinha. Eu já tinha tido bons papos com T. e nessa noite não foi diferente, nem tínhamos reparado como o tempo passou rápido. Gastamos nosso tempo juntos e era muito bom isso. Contei que precisava ir embora pois no dia seguinte iria estrear na faculdade e que estava ansioso por isso. E mais conversas. Era hora de ir mesmo e T. me acompanhou até a porta, sentei na cabeceira do sofá já próximo a porta, ainda trancada, e T. se posicionou de frente pronta para a despedida. Nos olhamos. O Tempo parou... estamos próximos demais... não era uma distância segura que devemos ter de pessoas que nos deixam desnorteados de prazer só pela presença. Eu disse tchau e ia abrindo a porta para sair, ela com mão a fechou. Levantei e joguei meu corpo contra o dela, encaixei meu abraço envolta dela, e uni gostosamente minha boca na boca dela e beijei-a pra valer. Meus lábios envolta da boca de T. Minha língua navegando na boca dela, que beijo foi esse...
Personagem: T.
A minha primeira vez rolou com T. ...
Meu primeiro dia de aula, 05 de fevereiro de 2007, na faculdade de engenharia. 80% dos alunos eram homens e a sala cheirava suor, conheci duas garotas C. e K. e já ficamos amigos desde então, logo o professor explicou como seria o semestre e dispensou a turma para casa, fui visitar T. nossa noite do dia anterior ainda flutuava no meu devaneio e só pensava em ter mais momentos bons como aquele. Como de praxe eu precisava me certificar que T. estava sozinha, ela morava com o pai no apartamento de primeiro andar de um prédio, ou seja, sobre o térreo ainda. Eu não fazia questão nenhuma de encontrar meu sogro já assim tão rápido, e subi as escadas, fui até uma janela, e para minha surpresa T. estava beijando o tal ficante que ela tinha. Eu não acreditava no que via. Que azar. Fiquei sentado na escada tentando digerir a situação e logo a porta se abre e o carinha vai embora, aguardei mais cinco minutos e bati na porta. Ela abriu. Eu entrei e segui até a porta do quarto deixando-a para trás na sala e simplesmente perguntei: - Alguém esteve aqui - Não, ninguém. - Tem certeza. - Ninguém esteve aqui. - Mentirosa, eu acabei de ver da janela. Fui embora muito triste e ela ficou aos prantos e soluços.
No dia seguinte T. me ligou várias vezes o dia inteiro, mas eu não queria papo, até que, depois da aula pronto pra ir pra casa minha consciência pesou e pensei que T. poderia surtar e cometer alguma besteira, coisa que já era moda entre os adolescentes nessa época. Aceitei falar com ela e assumi a culpa de forma conjunta. Acho que esse foi nosso momento de cumplicidade um pelo outro, pois éramos cumplices do mesmo crime. Crime perfeito. Tivemos um dia a emoção do primeiro beijo e já no outro a decepção da mentira.
Umas semanas depois era só alegria, frequentemente visitava T. sempre depois das aulas. E tínhamos nosso tempo juntos vendo TV, ela preparava uma janta e ficávamos nos beijos.
Chegou o carnaval e eu tinha uns amigos que curtiam a noite em balada, eu não era muito fã de passar a noite em pé, mas estava com eles nesses rolês. Tinha acabado de fazer 18 anos e queria saber como é a vida nas baladas. Eu tinha T. como ficante e a vida noturna ao lado dela se mostrara mais excitante. Então bem na noite do feriado de carnaval pedi a mão de T. em namoro. Ela topou e passamos a noite nos beijando, nos cheirando e sem camisa os dois, eu fazia amor com os seios dela, fazia massagem nela e dormimos juntos como duas crianças. Amanheceu, ainda éramos virgens. Mas já era Namoro.Março chegou as aulas corriam bem, o namoro a mil maravilhas e fui aprovado no exame da habilitação classe A/B. Só me restava aguardar a chegada do documento em mãos. Em um determinado sábado recebi a CNH e já fui direto ao shopping financiar um carro, comprei chocolates e um par de alianças. Guardei as três supressas para mostrar, no domingo, à T. coloquei o carro na vaga de garagem dela , o chocolate sobre o painel do carro e o par de alianças no porta-luvas. Convidei T. para uma caminhada no estacionamento. Foi realmente incrível as alianças a deixaram muito empolgada. Nos beijamos, praticamente nos engolimos e eu soprei no ouvido dela que eu queria transar com ela. T. ficou receosa e disse que não estava pronta. Mas eu sabia que mais cedo ou mais tarde acabaria acontecendo. E ela também apesar de querer retardar o máximo possível. Nosso corpo pedia pra se conhecer melhor.
Finalmente aconteceu, estávamos na sala nos beijando, mamilos acessos ela me soprou que topava, fomos para o escuro do quarto tínhamos apenas a claridade da luz que vinha do banheiro. Ela deitou na própria cama de solteiro e eu lhe tirei o short, a calcinha e cai de boca na vagina peluda, lambi gostoso as coxas, virilha e vulva. Estava uma delícia. Coloquei a camisinha e penetrei devagar a buceta. Estava quentinho e muito gostoso. Não durou muito pois ela sentiu um pouco de dor e tirei o pênis com a camisinha toda suja de sangue. Fomos para o banho. Acabara de perder a virgindade também. Agora bastava praticar pra aprender fazer direito. Eu e T. ficamos juntos 5 anos.
Personagem B. (sem revisão ortográfica)
Quase uma Índia (texto sem correção)
Personagens: K. , J. e Ke.
As vezes nos Estados Unidos da América...
Conhecer outro país é sem dúvidas um fenômeno incrível. Acabei conhecendo K. J. Ke. Três Americanas de Milford-MA.
Março de 2013, fui para o EUA por intermédio de uns tios meus. Chegando lá já comecei a trabalhar, o serviço foi carpintaria e pintura. Logo minha mão ficara grossa, o saco ficava muito cheio pelo trabalho pesado, e a masturbação era diariamente.
Queria muito encontrar uma americana para transar com ela, mas a timidez e dificuldade com o idioma me privaram disso por um tempo. Levei o ano me virando sozinho, até que o grande dia chegou. J. uma menina de uns 18 anos no máximo, que visitava os clientes indo em sua própria bicicleta mesmo em dias de neve. 50 dólares e não pagava cafetão. J. era a própria princesa da Disney, uma Cameron Diaz com 18 anos. Acredito que você já conseguiu ter a imagem de J. , ela estacionou sua bike, subiu as escadas, recebeu o dinheiro, tirou a roupa e estalou os dedos para me acordar do transe. De boca aberta, desisti da ideia de pedir ali a mão dela em casamento, pisquei e avancei para ficar pelado e mostrar meu corpo para ela. Ela sorriu e nos atracamos. Uma semana depois recebi J pela segunda vez e em uma posição diferente nós nos engatamos. Nunca mais estive com J. pessoalmente.
Em julho de 2014, aconteceu um fato inusitado. K. Apareceu na minha casa, um vulto passou pela porta da cozinha e seguiu escada acima. Logo que vi isso, mesmo bêbado e chapado que estava, fui atrás dela instantaneamente. Loira, alta, magrela, K. aparentava ter uns 22 anos, estava com olheiras e eu disse oi, ela retribuiu. Voltei para a cozinha e planejei dar o meu número de telefone ou tentar salvar o dela. Fiquei ali na mesa cerca de 10 minutos com a porta aberta esperando ela voltar. Ela apareceu e parou na porta, perguntou se eu podia dar uma cerveja a ela. Eu cheguei com a cerveja dela e ela me perguntou se eu tinha quarto. Respondi imediatamente que sim, peguei a mão dela e seguimos para o meu quarto.
Tranquei a porta e tirei a roupa dela enquanto junto eu tirava a minha. Uma mulher enorme de 1.80 m pelada na minha cama, com uma vulva linda, grande e esquelética. Resisti, é claro, a vontade de fazer uma oral nela, e coloquei a camisinha na pistola. Penetrei devagar, fui sentindo a glande passar caminho a dentro e apreciei até chegar com meu saco quentinho no cu dela. Bombei bastante até cansar, ela estava adorando e no instante que parei, ela retomou, ai foi ela que bombou e parado eu curtia a bucetada que eu levava. Ela cansou eu recomecei. Fomos perdendo a energia em prol da performance sexual, ela gozou e ficou inerte na cama gemendo até que eu gozei gostoso dentro dela.
Ela não tinha força para se vestir e eu ria enquanto vestia a roupa nela. K. me pediu 20 dólares para a passagem e foi embora com a pupila dilatada, com o clítoris pulsando e as pernas bambas sob um corpo malemolente.
Maio de 2015, Ke. Morena de estatura média, morava em Milford assim como eu. Mas foi nessa data que consegui o seu número de telefone e convidei ela para me visitar. Já tinha estado com Ke uma vez no ano anterior, ela apareceu com mãe adotiva na casa do meu amigo a troco de programa. Na ocasião, Ke. Transou esse amigo, eu já combinei de comer a mãe dela, que estava sobrando sem par. Só tinha um quarto então decidi aguardar ali apenas apertando a bunda, os seios e a periquita da vítima. A porta se abriu e os dois vinham saindo, quando Ke. olhou para mim eu estava sem camisa ao lado da mãe dela. Ela ficou estarrecida porque ela queria me provar e começou a reclamar. Entrei para o quarto com a mãe dela e puxei Ke pela mão para dentro do quarto. Ela sorriu e comemorou alto. As duas ali peladas na cama, tirei a roupa e fiquei no meio delas, com uma mão em cada vulva e o pau no meio para ela. Coloquei a camisinha e fui na mãe primeiro depois na filha. Eita Dia-Bão!
Voltando aqui nos dias de maio, junho e julho de 2015, Ke namorou comigo por 3 meses, era incrível, estávamos nos vendo direto. Um lance de compromisso sexual, fumar, beber, fazer comida e tomar uns banhos juntos. Fizemos inúmeras posições e até hoje sinto falta disso.
PS.: Ke e K são irmãs. E a mãe delas chama-se Je.
Personagem: A Moça da Selva ou S.
S. é uma mulher que conheci no Badoo, que topou desenvolver assunto além do básico e do humilhante "oi, tudo bem?", que fica sem resposta em muitas vezes. Logo peguei o número de telefone, adicionei aos contatos e iniciamos o bate papo. Fomos para a ligação e falávamos já sobre sexo, experiências passadas e planos para o futuro. Ela morava em Igaratá, eu em SJC. Combinamos de ir para um encontro em Jacareí.
No dia 09/07/2018, sei porque gravamos um vídeo no qual ela me masturba toscamente e fode minha pica toda. Antes do vídeo transamos com vontade, eu não estava pegando alguém fazia tempo. E ali tinha uma mulher grande para saciar e aliviar a necessidade da rola de estar dentro da buceta. Ela adorou nosso vídeo, e todos mais aprovaram a iniciativa de gravar: Entre eles fãs, seguidores e amigos próximos.
S. e eu combinamos de gravar um vídeo de qualidade, amador e sem focar no rosto e planejamos o roteiro: eu iria para a cidade dela, onde tem lindas cachoeiras e área de mata fechada. Dali em diante seria meter e tentar pegar bons ângulos. Um dia na Selva #01 30/07/18
Era um dia quente, cheguei em Igaratá por volta do meio dia, S. e eu fomos para o mato perseguidos por mosquitos. Ela veio me fazer um boquete enquanto os mosquitos detonavam conosco. Tivemos que mudar de lugar e tentar de novo. Bateu a fome e fomos fazer um churrasco na beirada da cachoeira. E antes de voltar para casa, fizemos mais uma cena picante.
O vídeo foi um sucesso, o título muito apropriado e acabou se tornado uma tetralogia muito incrível de gravar e assitir. Foram 4 episódios dispersos ao longo do ano, cada um com a sua própria jornada.
Um dia na Selva #02 14/08/18
Um dia na Selva #03 04/09/18
Um dia na Selva #04 11/12/18
Personagem V.
Fui fazer um curso de Photoshop no Senac aqui da cidade (SJC-SP). Era uma turma pequena, com metade de cada gênero. Sentei no meio da sala e ao meu lado sentou uma loira, bonita, baixinha e gostosa. Pela proximidade, além de sentir o cheiro bom dela, faziamos os exercícios em dupla e de vez em quando rolava um contato físico. Era uma energia muito boa, em duas horas de aula ia equilibrando o prazer. Meu pênis ficara duro e inchado esquentando minha coxa. Sempre me pergunto como ficava a vagina e a calcinha de V.
Certo dia, já próximo ao final do curso. O professor passou atividade em dupla e o exercício consistia em fotografar o parceiro, para praticar as dias da aula sobre fotografia. Fomos, V. e eu para a atividade praticamente colados um ao outro. Seguimos para o jardim traseiro do polo estudantil, tiramos cerca de 50 fotos cada em inúmeras posições, juntos e separados, e ficamos de encaminhar as fotos e assim consegui o contato de email dela.
Na semana seguinte voltamos para mais uma aula, Vi ainda não tinha me enviado as fotos. E eu já havia me masturbado vendo as fotos que capturei dela, somado com todo clima que existia e gozei muito. No intervalo tomei a atitude de levar V. até atrás de um pilastra e nos beijamos na mesma hora. Foi natural e ela também já ansiava por isso, pude perceber pela reciprocidade. O segurança veio flagrar, mas percebi a tempo e mudamos de lugar. Falei logo que queria ela pelada na minha cama e queria gravar parte da nossa foda. Ela topou e esse foi o meu presente de aniversário de 19/11/2019.
Personagem F
Terminei a engenharia civil em 2019. Mas contínuo trabalhando com aplicativo de transporte de pessoas, 99, apenas durante o horário de pico. Minha passageira estava em um pesqueiro com uma amiga, que solicitaram uma corrida para outro point, eu sendo o motorista ia ouvindo o desabafo delas. - Só tem homem feio nesse lugar, cadê os homens solteiros desta cidade? - Entregando meu cartão de visita para ela, Respondi: - Aqui, fica com meu número. - Elas riram bastante, acho, que um pouco até de nervoso. Pois elas jogaram a isca, e acabam me pescando. Não é assim que dizem: o golpe está aí, cai quem quer.
Finalizamos a corrida, segui para a próxima pensando se F. entraria em contato. Fui para casa relaxar e tomar um banho. Percebi que tinha mensagem nova de um número desconhecido, interagi e combinei de buscar ela e irmos dar uma passada no motel. Ela estava um pouco tensa, eu sempre estou tenso. Contudo deu tudo certo, transamos gostoso e está gravado e postado. Dia 13/06/2020. Deu pra gravar dois vídeos de mais de 10 minutos.
Decepções
Você Lembrança boa
Penso Relembro
E Escrevo
Adorei nossos momentos
Por isso muito desejo
Não te conheço
Mas também não te esqueço
Que história louca
Só penso em beijar sua boca
Hoje dia 21 de março de 2024 atingi o pedido mínimo para poder ir buscar mais mercadoria então fui à loja onde compro meus produtos. A loja é encantadora tem muita coisa pra escolher, mas aproveito a ocasião pra ficar de olho nas mulheres que são meu foco número um nessa e na próxima vida. No recinto são elas: vendedoras, arrumadeiras, caixas, gerente e as mulheres da faxina, além de eventuais clientes que passam por lá. Já tenho meu percurso que é selecionar as mercadorias enchendo o carrinho de compras e ir pra fila registrar as mercadorias até aqui já estou com os testículos inchados só de admirar e manter o contato habitual com as funcionárias dessa loja. Comeria qualquer uma que foi simpática comigo, aliás ali já estou comendo: com os olhos procurando uma curva ou fenda, com o olfato apreciando o cheiro delas e com a mente imaginando elas peladinhas submissas aos meus desejos mais profundos e a cada vez mais sórdidos.
Fui para a fila do pagamentos observei o horizonte tinhas umas poucas clientes pra apreciar e dali já observando as 3 moças que executam a nota fiscal e recebem o pagamento, por elas já tenho uma paixão acumulada, toda vez fico observando elas trabalharem indo buscar uma folha aqui e ali, lindas mãos (com unhas incríveis) escrevendo notas cotidianas. Fico observando se o mamilo vai enrijecer logo ali na minha vez de ser atendido, fico observando os lábios como se mexem pra saber se o tesão é mútuo. Vamos pro que interessa a caixa 3 por quem já tenho uma admiração profunda se afastou do balcão, sendo assim puder ver o tamanho de sua enorme bunda sob a calça jeans número 44-46 e simplesmente abaixou a bunda dobrou de tamanho ali meu penis saiu da "casinha" ainda estava mole, mas já tinha vida própria. Mesmo ela sendo casada imaginei: - bom, agora é relaxar e aproveitar o momento. O tesão estava no ar, ela voltou com a minha nota fiscal ficamos cerca de 1 minuto ali de frente um pro outro, meu pênis ganhou cerca de mais uns 5 centímetros e fiquei imaginando o canal vaginal dela me sugando pra dentro e o clítoris dela palpitando.
Comecei a ficar de pernas bambas tenho case certeza que ela tbm ou era a vulva dela pulando ou coisa parecida. Quando ela foi me entregar a nota fiscal nossos dedos se esbarraram e segundo eu trocamos selinhos imaginários.
Fui retirar a mercadoria aproveitei e desgrudei a piroca da cueca, instantaneamente ganhei mais 5 centímetros de comprimento peniano *e já está com os hormônios a toda pelo meu corpo, andando como nas nuvens perdi toda pressa ou sensação do tempo e só continuei meu caminho. Levei minhas compras para o estacionamento ainda procurei por ela pra ver se ao menos via ela vermelha de vergonha mordendo os lábios.
Liguei o carro e já tirei o genital pra fora da cueca, fui embora dirigindo assim e peguei a rodovia presidente Dutra e ali comecei a masturbar pensando naquela "r aba" toda nua pronta pra minhas vontades e masturbando imaginado minha piroca entrando no meio da bunda nela e atingindo aquela buceta melada de prazer.
Sai da rodovia na saída seguinte rumo ao endereço do meu cliente
Continuei aquela foda imaginaria, com ela fazendo minhas vontades via tudo muito claramente em meus pensamentos até que gozei a porra de 10 dias uns 20 ml ou mais que delícia ali mesmo já queria tudo de novo e por fim um transeunte do sexo masculino por
Ser curioso demais acabou vendo minha piroca.
*meu penis mole tem 6 cm e duro 16 cm, por isso 5cm e mais 5cm.”
Ter mulher e não comer
É equivalente a ter vídeo game e não jogar.
Nada contra estes.
Mas se eu tiver uma chance com você,
Vou no mínimo 2 tempos em campo.
Se eu gostar vou te comer pela terceira vez.
Na minha última oportunidade que rolou segunda-feira dia 3 e 4 de fevereiro de 2025.
Eu comi a Charlotte gostosamente e na mesma noite eu emendei a terceira e quarta vez numa mesma ereção. Gozei e mandei ela voltar por cima que eu queria gozar outra. Totalizamos 4 fodas e depois de um banho fomos dormir até a manhã seguinte.
Essa é a questão 4 fodas de novos casais é bem pouco pra se conhecer legal, posições sexuais precisam ser exercitadas. Treinadas a finco para se alcançar uma qualidade.
Na manhã seguinte fodemos de novo, estávamos sem água abundante no corpo.
Gargantas secas, pênis e vagina bem secos também foi aí que um cuspe me salvou.
Ela deitada e eu de frente, cuspi em direção a meu pau enorme sobre a xota gostosa dela. Esfreguei minha glande no clítoris dela para espalhar a baba. Ela gemeu mais alto que ontem, devia estar bem sensível depois da noite que teve. Mas meu foco era engatar nela e deixar vir o que vier. Ainda seca foi difícil adentrar completamente. Então logo foi melhorando, foi melhorando, melhorando e meu peito quente no peito quente dela também.
Sentimos o nervo enervando. Musculaturas pélvica e abdominal se chocando. Uma dança de cobras acasalando. Gozamos.
Fomos para o banho e notei que meu pau estava esfolado. Infelizmente meu encontro ia parar em 5 fodas. Meio-dia do dia 4 ela se aprontou para ir embora. Eu penso que casais que se amam. Devem foder bastante aproveitar mesmo que por aeróbico.
Quando terminamos de colocar a roupa minha mãe já tinha saído carro. Então ficamos pelados novamente. Ela está aqui na minha cama enquanto escrevo. Bom, voltamos para o bem e bom. Finalmente eu vi o canal vaginal dela e estava todo inflamado ainda da vez anterior que fizemos amor 5 vezes. Então no dia 2 e 3 não fui só eu que me esfolei todo. Ela também estava dolorida e por isso evitou me ver novamente. 18 dias depois ainda se via e não podia tocar na carne magoada. Sem sexo oral partimos para a penetração e bati forte pra provocar o sistema límbico dela.
Gozamos. Banhamos. Comemos o doce Romeu e Julieta, típico aqui no Brazil. Agora preparo o almoço e finalizo esse texto. Obrigado por ler. Desejo muito amor pra sua vida.
Quem diria terminamos o almoço, um delicioso prato com arroz branquinho feito na hora, feijão cozido com tomates, linguiça toscana frita após de cozida. Descansamos apenas uns 15 minutos a comida estava no ponto perfeito. Ela deitou na cama e eu fui sentar perto dela que me fez um carinho e passou a mão sobre meu genital. Eu logo entendi o sinal: ela queria mais. Tirei toda roupa e deixei o pênis perto da boca dela. Ela tirou a própria empresa e disse vem. Nossos genitais já são íntimos um do outro, como velhos conhecidos. Já sabem como devem fazer e cada vez se conectam mais profundamente. Que delícia, que balanço bom. Soquei com vontade, a cama rangia. Olho no olho. Ejaculei na barriga. Banho. Dei a ela um copo de cerveja e ela chamou o moto táxi e foi para casa descansar. E logo mais vai ler meu texto. Beijos meu amor.Primeiro eu tive que assumir que eu tinha o dinheiro da babá para cuidar das crianças enquanto a Venezuelana vinha aqui pra casa. Quando ela chegou aqui fez "jogo duro" deitou na cama de calça jeans tentei desabotoar e ela não deixou. Eu falei: —Tira a blusa pelo menos. Ela tirou e já vi o bico do seio, mas logo se pôs de costa. Beijei as costas dela já com a ideia de criar um clima e trazer muito tesão para ela. Beijei a nuca e a orelha, falei grave no ouvido dela. Senti ela se arrepiar. Eu deitado sobre ela com meu peito nas costas dela, meu pé sobre a sola do pé dela, meu órgão sexual sobre a bunda dela. Deixei o arrepiar correr nossos corpos. Voltei a ficar de pé e abaixei meu shorts, que era a única peça de roupa que eu vestia, voltei nu e me sentei na bunda dela coloquei o pênis ereto e quente nas costas dela enquanto fazia massagem com um rolo de bastão com uma mão e com a outra passava meu membro no dorso dela.
Virei ela de frente coloquei minha língua embaixo do umbigo e dei uma lambida em linha reta até o pescoço dela, voltei e lambia ao redor das mamas e chupei as tetas graúdas dela que se entumeceram rapidamente. Pela terceira vez tentei soltar o botão da calça jeans e dessa vez ela não evitou. Apenas quis tomar um banho para ficar mais à vontade. Aceitei e fomos nu para o chuveiro. Passei sabão nela, lavei ela todinha: costas, peito, ânus, vulva, pernas e pé. Com a toalha eu sequei ela e ela também se secou (rs, achei que ela ia me secar). Voltamos para cama e eu como já sabia bem e como queria: A primeira coisa que fiz foi cair de boca na buceta dela, estava ali entre as pernas fui chupar o clítoris, estimulei e lambei a pelve dela até que cheguei na vulva também. Pensei agora tua não escapa mais. Peguei um consolo de 17 cm (mesmo tamanho do meu pênis) e enquanto mamava a buceta dela por cima, fui penetrando o consolo lentamente. Praticamente o canal vaginal dela que puxou o "Bob" para dentro. Meu foco era o clítoris queria ver ela gozar assim, então chupava e lambia com vontade. Quando o console entrou inteiro comecei a por e tirar primeiro de leve e depois fui aumentando a velocidade apenas me guiando pelo gemido suave dela. Quando percebi que ela estava pronta coloquei meu dedo indicador dentro do reto dela. E fui com esse trio de ações que faz qualquer mulher maluca. Ela gozou e só depois percebeu que meu dedo também estava dentro dela. Ela me fez tirar e disse com a voz bem fraquinha: —Ai não.
Risos, missão comprida.
Passei óleo de amêndoas no corpo dela. Lambuzei bastante tronco, pernas e os pés. Fiz uma massagem nela de baixo pra cima. Ela ficou brilhante e bem relaxada.
Coloquei ela de costas e já fui lamber um pouco o cuzinho dela. Até então não tinha penetrado ela com meu próprio membro. Passei óleo nas costas, nas batatas da perna, coxas, bunda e braços. Usei meu corpo como rolo de massagem. Deitei sobre ela com o peso do meu corpo avantajado sobre ela com meu pênis ereto sobre a bunda dela cheguei perto do ouvido e disso com muito tesão : — Aqui que a gente se perde.
A vontade de meter sem camisinha é muito forte, mas a preocupação que a fêmea ficou grávida dura 15 dias ou mais. Então sequei a mão para poder colocar a camisinha na minha pica valente que ficou dura esse tempo todo. Com um pouco de lubrificante sobre minha glande eu espalhei sobre meu caralho todo. E finalmente ela sentia a pica quente entrando, as bolas chegando e minha cintura batendo contra a bunda dela deitada sobre a cama. O som do gemido era outro, eu sabia que estava judiando, mas era pro bem dela. Pedi pra ela ficar de 4, penetrei novamente segurei o clítoris dela e meti a vara para dentro. Enquanto sentia minha bolas acertando também minha mão que estava na testa da vagina dela. Pedi pra ela ficar de frente comi mais um pouco olhando ela nos olhos. Deitei-me sombre o corpo dela, meti beijando a boca dela (lábios, língua e dentes). Segui para o ouvido dela e disse que ia gozar e chamei ela pra vir comigo. Ouullhh. Aaiiihh.